domingo, 31 de dezembro de 2017

Paróquia da Palestina celebra dez anos de caminhada.













  






            Fonte: Pascom, Otacian Jacó e Diocese de Crato.

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Regularização Fundiária - Perímetro Irrigado do DNOCS.











             "Após décadas em busca da tão sonhada regularização fundiária de suas propriedades e não tendo exito, na manhã desta quinta, 28, Colonos do Perímetro Irrigado de Quixabinha - DNOCS, são beneficiados com a nova lei fundiária com abatimento chegando até 95% do valor, ficando acessível a regularização para todos. Depois de várias reuniões com o Coordenador Geral do DNOCS e revendo o processo de cada colono, junto com o Setor de Regularização Fundiária em Fortaleza, hoje fomos agraciados com tamanha graça."

            Fonte: Evilázio Teixeira.

Belíssima paisagem do sítio Santo Antônio do Posseiros.



"Serra dos Três irmãos no Santo Antônio dos Posseiros,
um belíssimo lugar, que logo se tornará um ponto turístico de Mauriti.
Venha vc tbm conhecer este belíssimo lugar, 
estamos sempre de braços abertos para vos receber."

Saulo Gomes





  
           Fonte: Saulo Gomes.

O Fogo do Coité por Geziel Moura do Cariri Cangaço.

Caravana Cariri Cangaço e a visita ao Coité de Padre Lacerda em setembro de 2013

Igreja do Coité e Padre Lacerda

A história do cangaço é muito fascinante, e nem sempre cangaceiros, volantes e civis, que foram às armas. Em janeiro de 1922, quem pegou nelas foi o representante da igreja, o Padre Lacerda. Esse acontecimento se deu, na época que Lampião e seus irmãos, eram simples cabras de Sinhô Pereira, e atuavam na região do Cariri Cearense, a história é mais ou menos assim: Após a morte do Coronel Domingos Leite Furtado, poderoso chefe político em Milagres (CE), no ano de 1918, o seu braço armado, o Major José Inácio de Sousa, fazendeiro abastado no município do Barro (CE), conhecido como Zé Inácio do Barro, passou a assediar a família do falecido, reclamando que o Coronel Domingos Furtado devia certa quantia a ele, por serviços prestados, o que produziu inimizades entre as família Furtado e Zé Inácio do Barro.
Cabe, neste momento, uma explicação: Zé Inácio era conhecido protetor de cangaceiros, assim como outros coronéis no Cariri cearense, inclusive, Sinhô Pereira e seu bando, estavam na folha de pagamento daquele Major, tendo, ainda, seu filho, Tiburtino Inácio de Souza, vulgo Gavião, no bando de Pereira, isto denuncia, que nem sempre a constituição de um cangaceiro, era por conta da pobreza.

Major Zé Inácio do Barro

Hilário Lucetti e Magérbio de Lucena nos conta, em sua obra "Lampião e o Estado Maior do Cangaço", que o Sítio Nazaré, da viúva do Coronel, D. Praxedes de Lacerda foi assaltado, em Janeiro de 1919, por grupo de cangaceiros, comandado por Gavião, filho do Major Zé Inácio do Barro.
Assim, após ser denunciado como mandante do assalto, Zé Inácio, não esconde o feito, mas diz que aquele dinheiro era dele, por anos de serviços prestados ao Coronel Domingos Furtado, e ainda o chamou de ladrão, pronto estava aberta a questão entre as famílias, principalmente na figura do Padre José Furtado de Lacerda, ou simplesmente, o Padre Lacerda, pároco da Vila de Coité, pertencente ao município de Mauriti (CE).
Insultos vão, insultos veem, entre o Padre Lacerda e o Major Inácio do Barro e o certo é que no dia 20 de janeiro de 1922, a pequena Coité é invadida pelo grupo de Sinhô Pereira, à frente com setenta cangaceiros. Entretanto, o Padre Lacerda, não usava somente a Bíblia e terços em seus ofícios, era possuidor de rifle e um bom contingente de homens, bem armados e municiados.
Segundo, o escritor Sousa Neto, que biografou o major Zé Inácio do Barro a resistência vinha da casa do Padre Lacerda, e sustentou o fogo por seis horas, forçando uma retirada dos cangaceiro, ao chegar soldados da policia de Mauriti e Milagres.
Ainda, segundo aquele autor, o bando de Sinhô Pereira fora atacado no dia seguinte, na Fazenda Queimadas, por aquelas volantes, sendo necessário dividir o grupo em três, um grupo com Lampião, outro com Baliza e o resto com o chefe Sinhô Pereira, desta forma conseguiram furar o cerco, e seguir para o coito, no Barro. O saldo do Fogo do Coité, foram três homens do Major, e diversos cangaceiros feridos, inclusive Antônio Ferreira. Padre Lacerda não era fácil.
                                               

           Fonte: Cariri Cangaço.

terça-feira, 26 de dezembro de 2017